Em 2026, quando um executivo quer saber quem é referência em gestão de ERP, agronegócio ou educação corporativa, a primeira consulta não vai mais para o Google. Vai para o ChatGPT. Para o Perplexity. Para o Gemini.

O problema é que a maioria dos conteúdos publicados hoje não aparece nessas respostas. Não porque é ruim. Porque não foi construído para isso.

Nos últimos meses, atualizamos três pontos críticos do nosso pipeline de produção para resolver exatamente esse problema. Aqui está o que mudou — e o que você pode esperar de resultado.

GEO virou o eixo de tudo

GEO é a sigla para Generative Engine Optimization — a prática de criar conteúdo que as IAs generativas escolhem citar quando alguém faz uma pergunta.

Diferente do SEO tradicional, que trabalha com palavras-chave e backlinks, o GEO exige outros elementos: afirmações diretas e verificáveis, estrutura clara, linguagem de autoridade, entidades nomeadas (marcas, pessoas, dados), e respostas explícitas às perguntas que o seu ICP faz às IAs.

O que mudamos: GEO deixou de ser uma etapa isolada e passou a ser critério de produção em cada peça — do roteiro ao artigo, dos cortes ao post. Cada derivação do episódio é pensada para responder perguntas que os seus clientes em potencial estão fazendo agora nas IAs.

A estratégia começa antes de ligar a câmera

Antes de qualquer gravação, a pré-produção de um episódio envolvia etapas separadas: pesquisa de tendências, análise do convidado, criação do roteiro. Cada uma rodava de forma independente.

Agora tudo acontece em um fluxo único e integrado. Antes de chegar à pauta, identificamos o avatar do episódio — quem é o decisor que vai assistir, o que ele já sabe, o que ele quer resolver. A partir daí, cruzamos tendências de SEO e GEO ativas no mês com o perfil do convidado e propomos três linhas editoriais diferentes para escolha.

O roteiro só é gerado depois que a linha editorial está definida.

O resultado prático: cada episódio entra em gravação com uma direção editorial clara, baseada em dados reais do que o mercado está buscando — no Google e nas IAs. Menos retrabalho de edição. Mais potencial de alcance orgânico desde o início.

Nada vai ao ar sem revisão de visibilidade

O terceiro ponto é o que fecha o ciclo.

Antes de qualquer publicação — episódio, artigo, shorts, reels — o conteúdo passa por uma revisão estruturada de SEO e GEO. Esse processo analisa título, descrição, transcrição, show notes e posts de distribuição, identifica as lacunas, reescreve o que precisa e entrega um relatório com score por dimensão e lista de ações prioritárias.

Não é um checklist manual. É uma análise sistemática que garante que cada peça publicada está posicionada para ser encontrada — no YouTube, no Google e nas respostas das IAs.

NPS mensal

A quarta mudança é sobre como a MKPE acompanha o trabalho que entrega.

A partir de agora, todo mês enviaremos uma pesquisa de NPS para os clientes ativos. Rápida, direta — uma pergunta central e espaço para quem quiser detalhar.

O objetivo é simples: entender o que está funcionando, o que pode melhorar e onde a gente ainda não está entregando o que deveria. Feedback mensal vira melhoria contínua — não esperar um ano de contrato para descobrir o que poderia ter sido diferente.

Se você é cliente e receber essa pesquisa, vale muito responder. É o que vai calibrar como a gente evolui o serviço.

O que isso muda para o seu conteúdo

Se você é cliente da MKPE, essas atualizações mudam o alcance do que produzimos juntos.

A estratégia começa mais afiada. O conteúdo é construído com critérios de visibilidade em IA desde a pré-produção. E nada sai sem passar por revisão de posicionamento.

O objetivo é sempre o mesmo: cada episódio gravado gera autoridade real — nas buscas, nas redes e nas respostas do ChatGPT quando alguém perguntar quem entende do que você entende.

Se quiser conversar sobre como isso se aplica ao seu projeto, fale com nossos especialistas.